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A guitarra e o sertanejo, o som imprevisível que hoje se faz necessário

Maurício Ferigato 17 de julho de 2019

A guitarra e o sertanejo, o som imprevisível que hoje se faz necessário

No final dos anos 90 poderia ser impossível imaginar que o som da guitarra transformaria-se em algo necessário dentro da música sertaneja, e assim foi, andando na contramão que o som da guitarra, característico no rock n’roll e entrou na música caipira com força.

Claro que podemos lembrar de inúmeros nomes que usavam o instrumento como seu principal diferencial, mas a fase atual deve-se muito a Hudson, da dupla Edson e Hudson que praticamente cravou o instrumento no cenário das produções da dupla, sendo uma característica marcante na identidade musical de Edson e Hudson.

Lembramos também que Chrystian e Ralf usava muito o som de guitarra e a coincidência entra essas duas duplas é justamente o gosto musical dos integrantes, que nunca esconderam a sua admiração pelo heavy metal e rock n’roll.

Após esse período vimos surgir por coincidência sempre os segundeiros com a guitarra no palco, assim como Fernando Zor, de Fernando e Sorocaba, Victor Chaves de Victor e Léo, Mateus de Jorge e Mateus em destaque. O que diferencia a identidade musical de cada um são a linha de som que cada um desses músicos faz, sendo saindo do rock n’roll, passeando pelo blues e até pela atual música pop e eletrônica dos últimos anos.

A guitarra sempre foi um dos instrumentos nos quais o brilho da banda surgia dela mesmo e ícones da música mundial eternizaram-se com o instrumento e o que parecia surreal na música caipira ou sertaneja de vez ficou e cada vez mais se torna especial.

Impossível ver um show hoje, seja de artista nacional, regional ou local e não ter um momento do show aonde o músico da banda envolva o público com os rifs de “Sweet Child O’Mine”, sucesso de Guns N’Roses eternizado por Slash e tantas outras músicas oriundas do rock.

 

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